TOTAL

A escassez e dificuldade crescente de acesso às reservas de petróleo e gás, incentivam empresas como a TOTAL a recorrer cada vez mais à Supercomputação, de forma a facilitar e agilizar a prospeção de novas oportunidades, emergentes de um oceano de dados sísmicos. A inigualável combinação entre performance, preço e eficiência, levam a TOTAL a recorrer ao SUSE Linux Enterprise Server como Sistema Operativo para o seu novo Supercomputador ”Pangea”, que disponibiliza uma capacidade computacional 3 vezes superior ao sistema anterior e permite a realização de 6,7 quatrilhões de operações por segundo.

O DESAFIO

O almejar da contínua melhoria das suas competências e capacidades na localização e exploração de novas reservas de uma forma mais rentável e eficiente, personifica o principal desafio para a Total Exploration & Production (Total E & P). A inovação é a resposta mais significativa para o aumento da complexidade da exploração e desenvolvimento na área petrolífera, não descurando os esforços em I & D, e assegurando ainda o cumprimento dos requisitos ambientais, ao mesmo tempo que se tornam as operações mais seguras.

Conscientes das dificuldades de produção de petróleo da forma fácil e barata de outrora, atualmente, as hipóteses de encontrar grandes reservas num único lugar são diminutas, o que origina uma redução do rendimento provável e aumenta o custo por barril nos novos locais. A sua produção em campos maduros ou já tem plataformas montadas ou encontra-se naturalmente em queda de produtividade, rumo à exaustão da sua reserva recuperável. Contudo, ainda existem muitas reservas por explorar na Terra, mas são cada vez mais descobertas sob formas menos exploráveis, como é o caso do xisto argiloso, ou em locais de difícil acesso. Este processo depende em larga escala da análise assistida por computador e da visualização de extensos e numerosos conjuntos de dados sísmicos, os quais são recolhidos através da geração de ondas vibracionais e medidos conforme as estruturas geológicas ocultas os refletem. A necessidade de melhorarem a resolução das imagens subterrâneas e multiplicarem as possibilidades de sucesso na perfuração dos poços, requereu à TOTAL E & P aumentar o poder computacional de que dispunha, sendo condição sine quo non para alcançar o objetivo a que se propunha – descobrir e explorar reservas em locais menos acessíveis, reduzindo custos, impacto ambiental e tempo, considerando ainda os períodos de tempo limitado concedidos para as licenças de exploração, assim como o facto da perfuração de um poço ser uma atividade muito dispendiosa.

Solução da SUSE

Depois de efetuar um benchmarking às suas próprias aplicações, a Total E&P, seleciona a solução proposta pela SGI, validando que a combinação entre o hardware SGI e o sistema operativo SUSE Linux Enterprise Server seria a melhor opção e poderia proporcionar-lhes o melhor de três mundos – a melhor performance associada ao melhor preço, culminando na maior eficiência obtida até então.

Diego Klahr, engenheiro de HPC na Total E & P, esclarece que “como os outros fabricantes, a SGI propôs uma distribuição comercial do Linux – no seu caso, o SUSE Linux Enterprise Server -, o que iria permitir uma melhor integração com o centro de gestão SGI para o ICE X. Nós vimos que isso iria ser uma grande vantagem técnica e claramente a relação preço-desempenho do SUSE Linux Enterprise Server na plataforma SGI, seria melhor do que as opções OS concorrentes”.

Estavam assim criadas as condições para nascer o novo supercomputador – Pangea, localizado no CSTJF (Centre Scientifique et Technique Jean Féger), em Pau, França. Baseado na plataforma de HPC SGI ICE X e incluindo o inovador sistema de arrefecimento a água M-Cell, o Pangea é um supercomputador de 6.7 PFlop, com 220,800 núcleos de processamento Intel Xeon E5-2670/E5-2680 e mais de 442 TB de memória. Cada nó corre uma instância separada do SUSE Linux Enterprise Server num ambiente totalmente paralelizado, gerido pelo centro de gestão SGI para ICE X.

Créditos Gilles Leimdorfer – TOTAL

De acordo com a lista Top500 (www.top500), o Pangea é um dos supercomputadores atuais com melhor performance do mundo.

Diego Klahr diz ainda que “o Pangea é uma solução extremamente poderosa para correr modelos numéricos em apoio a visualizações tridimensionais de formações geológicas subterrâneas. Ao usar o sistema, podemos fazer 10 vezes mais simulações do que as que o anterior supercomputador permitia, o que nos ajuda a identificar potenciais depósitos e a determinar os melhores métodos de extração com maior facilidade”.

Os Resultados

O sistema operativo SUSE Linux Enterprise Server proporciona uma plataforma rápida e estável para as aplicações especializadas da Total E&P, o que deu origem a que a combinação do SUSE Linux Enterprise Server com o hardware SGI, o software de gestão de cluster e os serviços de desenvolvimento, culminassem num supercomputador poderoso e altamente eficiente. Por outro lado, o facto de se conseguir reduzir a pegada ambiental, contribui para a sustentabilidade do Planeta e permite a maximização da performance, pela redução das despesas com os processadores Xeon.

Diego Klahr acrescenta ainda que “também corremos o SUSE Linux Enterprise Server no nosso anterior supercomputador, por isso não é surpreendente ver a forte performance e estabilidade da plataforma”.

A SGI recorreu ao seu design M-Cell de forma a manter os custos operacionais tão baixos quanto possível e a aumentar a eficiência energética da solução. Este design proporciona um fluxo de ar em ambiente fechado e sistema de refrigeração de água quente para conter o calor num corredor quente, reduzindo assim os requisitos totais de refrigeração.

Philippe Malzac, CIO da Total E&P afirma que “a eficiência do sistema SGI ICE X, que representa o elevado poder computacional com um mínimo de energia, dá à Total uma redução no índice de poluição e um Custo Total de Utilização ou TCO (Total Cost of Ownership) o mais baixo possível.

“À medida que pretendemos modelar o mundo físico em maior detalhe, o SUSE Linux Enterprise Server dá-nos a possibilidade de continuar a manter economias de escala em máquinas cada vez maiores, assegurando que podemos continuar a fazer evoluir as nossas capacidades”, afirma Diego Klahr, confiante no desafio que a Total E & P tem pela frente e considerando a tendência de crescimento dos requisitos computacionais desta empresa.

 

Conteúdo fornecido pela SUSE

 

Quer explorar a Supercomputação na sua organização?

Nome*
Email*
 

Telefone*
Descrição*

*Campos obrigatórios