Summit – O mais rápido do Mundo

Os EUA lideram de novo a corrida ao supercomputador mais rápido do mundo ao lançarem Summit, que terá um impacto profundo não só na inovação científica e no desenvolvimento da tecnologia, como também na competitividade económica e segurança nacional. O poder e a inteligência de uma arquitetura de última geração possibilitou aos cientistas a execução, com sucesso, do primeiro cálculo científico exascale do mundo.

Créditos de imagem: Oak Ridge National Laboratory

Com uma capacidade de desempenho de 200.000 biliões de cálculo por segundo, ou  200 petaflops, o Summit será oito vezes mais poderoso do que o seu antecessor Titan, também ele instalado no Oak Ridge National Laboratory (ORNL), e ultrapassará em mais do dobro o chinês Sunway TaihuLight, que tem uma capacidade de processamento de 93 petaflops.

O Summit detém atualmente o título do supercomputador mais rápido do mundo, e segundo comunicado do ORNL, conseguirá, para certas aplicações científicas, alcançar  mais de três triliões de cálculos de precisão “mista” por segundo, ou seja 3.3 exaops.

Os 4.608 servidores e os mais de 10 petabytes de memória permitem  ainda que o Summit ofereça oportunidades inigualáveis no uso intensivo de dados e na integração da Inteligência Artificial (IA), como por exemplo “machine learning”.

A equipa de cientistas, liderada por Dan JacobsonWayne Joubert da ORNL, descobriu como aproveitar o poder e inteligência da arquitetura de última geração do Summit para executar com sucesso, o primeiro cálculo científico exascale do mundo, ao realizar 1.88 exaops de cálculos de Genómica Comparativa na área da bionergia e saúde humana.

Além de estimularem a inovação e beneficiarem a Humanidade, supercomputadores como o Summit são a chave para desvendar muitos dos problemas ainda sem resposta da nossa existência,  permitindo aos investigadores aprofundar e acelerar a pesquisa de novas curas, novos medicamentos e tratamentos, novos materiais, efetuar pesquisas no setor da energia e física, astrofísica e tantas outras áreas, “com um nível de precisão muito mais acurado e muito mais rapidamente, ” como refere Jeff Nichols, Director de Laboratório  associado para a Computação e Ciências Computacionais do ORNL.

“O lançamento do Summit terá um impacto profundo na investigação na área da energia, na descoberta científica, na competitividade económica e na segurança nacional, aproximando os Estados Unidos do objetivo de fornecer um sistema de supercomputação exascale até 2021”, sublinhou ainda o Secretário de Energia, Rick Perry.

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